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Gestão

Os perigos da autogestão condominial

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Entenda os riscos em administrar um condomínio sem ajuda especializada

 

Deixa comigo, eu dou conta sozinho!

Esse tipo de postura pode até ser uma demonstração de coragem e atitude em alguns momentos da vida, mas quando se trata de administrar a moradia de outras pessoas, será que esse comportamento não é um pouco arriscado?

É comum ver prédios antigos, e em sua grande maioria de poucas unidades, serem administrados por um morador ou um síndico no modelo de autogestão, ou seja, sem uma administradora dando suporte técnico, muito menos com apoio jurídico. Uma prática que até pode dar certo para alguns condomínios, mas que de certa forma vivem constantemente sob riscos estruturais e sociais.

Caso esse seja o seu caso, fique atento aos riscos dessa prática:

Implicações jurídicas

No Brasil, as nossas leis mudam com certa frequência e o seu condomínio está sujeito a elas. Deve-se garantir a aplicação destas e o cumprimento das mesmas como: Lei do Stalker, Lei do silêncio, a lei que exige a manutenção de fachadas, etc. Como cobrar um morador inadimplente ou ainda punir outro que está descumprindo uma regra interna? Essas e outras perguntas relacionadas ao meio jurídico são de fácil entendimento às empresas administradoras de condomínios, pois, fazem parte da sua rotina obrigando-as a manterem-se atualizadas constantemente.

E, claro, ter um advogado condominial é de suma importância na gestão. Esses profissionais são especialistas no assunto e dão todo suporte ao síndico em cada passo a ser dado.

 

Burocracia

Você já se viu diante de uma pilha de papéis e se perguntou: por onde começar? Contas, comunicados, contratos, entre outros. Gerir um condomínio é também lidar com muita burocracia. Cada documento deve ser lido com devida atenção, respeitado cada prazo e principalmente ter transparência para com os moradores. Uma demanda que pode te tirar um tempo precioso para lidar com outros problemas mais urgentes em seu condomínio e que, quando se tem uma administradora parceira deixa tudo mais simples, pois são eles que “mastigam” todos esses papéis para você, te orientando e organizando prazos.

 

Profissionalismo

O “jeitinho” brasileiro pode ser útil para muitas coisas mas, quando estamos lidando com a moradia e o dinheiro de outras pessoas, precisamos ser responsáveis. Uma administradora deixa todos os processos mais profissionais, oferecendo plataformas tecnológicas que vão garantir uma melhor organização de contas e documentos, eles vão garantir que tudo discorra de acordo com o que está previsto na Convenção e no Regulamento Interno, além de garantir o recolhimento de valores e destinar o melhor gasto dos mesmos.

 

Desgaste

Existe a possibilidade de um desgaste entre você e os moradores quanto à transparência de seus atos, principalmente no campo financeiro. Dificilmente as contas agradam a todos os moradores e sempre tem aquele que vai querer questionar os números apresentados, um direito dele! A administradora tem registrado cada movimentação, principalmente no que diz respeito a arrecadação e no uso do dinheiro, esse peso você não terá sob suas costas.

Aqui estão alguns pontos da vida daquele que decide administrar sozinho um condomínio. Se esse for o seu caso, repense melhor sua decisão, faça uma busca no mercado, conheça outras experiências, coloque no papel todas as vantagens e desvantagens de cada modelo de administração e você verá que uma ajuda profissional vai melhorar, e muito, a sua vida enquanto síndico e a de todos os moradores.

Portal de noticias, artigos e apoio para Síndico e Administradoras, bem como Cursos e Eventos no segmento condominial. Realizamos e facilitamos a interação entre Síndicos, Administradoras, profissionais do mercado condominial e Empresas do segmento. Colaboradores: - Elizabete Letielas - Rafael Alves

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