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Uma pessoa produz cerca de 1Kg de lixo por dia em nosso país, o que torna os edifícios grandes geradores de resíduos. Desta forma, a separação do lixo no condomínio é uma prática essencial para colaboração da preservação do meio ambiente. Neste artigo apresentamos algumas táticas de como aplicar essa gestão em seu patrimônio.

Como incorporar a separação do lixo no condomínio

Para estabelecer a separação do lixo no condomínio, algumas atitudes são necessárias, como a criação de um espaço para coleta, aviso aos moradores e funcionários, definição de um responsável para o manuseamento e definição da retirada.

 

A criação de um espaço para a coleta diz respeito a um local para armazenar os resíduos. Esse espaço não exige uma grande estrutura e tampouco as lixeiras tradicionais e coloridas da coleta, basta uma divisão entre o reciclável e comum para fazer parte do ciclo de reciclagem.

 

O aviso aos moradores e funcionários se trata da conscientização dos mesmos em relação a adoção da separação do lixo no condomínio. Esse aviso pode ser feito em assembleia ou com cartazes em murais do condomínio, explicando a importância da separação, como fazê-la, o local exato do condomínio que isso ocorrerá e horários.

 

A definição de um responsável para o manuseio dos materiais é um dos processos que o síndico mais deve ficar em alerta, pois os profissionais da limpeza precisam de um treinamento, equipamentos adequados, pagamento por insalubridade e medidas para impedir ferimentos e outras ocorrências mais graves.

 

Por fim, a definição da retirada precisa ser feita avaliando se o bairro possui a coleta seletiva da Prefeitura e, caso tenha, quando o caminhão passa para recolher os resíduos. A retirada do lixo deve ser feita de acordo com as regras municipais e sempre duas horas antes da passagem do caminhão. Em caso da prefeitura não disponibilizar esse serviço, procure por parceria com cooperativas para o descarte dos materiais.

Cuidados com o ambiente de separação do lixo

O primeiro cuidado que se deve ter com esse ambiente criado é que ele seja fechado, para evitar o odor e a entrada de animais, como baratas e ratos.

 

Por lei, coletores no hall de serviço ou nas portas de cada andar são proibidos, desta forma, o indicado é disponibilizar a coleta em locais como próximo ao elevador de serviço.

 

O alerta final fica em questão de materiais como papel e plástico, que podem causar incêndios. Caso a medida seja implantada, avise a sua seguradora para que, em caso de acidente, exista um ressarcimento do acontecido.

A diferença entre lixo orgânico e reciclável

É essencial ter na ponta da língua a diferença entre os lixos separados, sendo eles o orgânico e o reciclável:

 

Recicláveis Não recicláveis
Papéis: papéis de escrever em geral, papéis impressos como revistas e jornais, cartolinas e caixas de papelão. Papéis com gordura ou contaminados, papéis sanitários usados, carbono, fitas adesivas e fotografias, papel celofane, papéis de extratos bancários.
Plásticos: todos os tipos de embalagens plásticas, sacos e sacolas, garrafas pet, tampinhas, utensílios plásticos (copos, baldes, escovas de dentes). Embalagens plásticas metalizadas (alguns pacotes de salgadinhos), acrílicos, tomadas, cabos de panela.

 

Vidros: garrafas e frascos de vidros em geral. Lâmpadas, espelhos, porcelana, cerâmica, vidros temperados, vidros de janelas e carros, ampolas de remédios.
Metais: latas e folhas de alumínio (tampa de iogurte, sachê de café), tampinhas, pregos e parafusos, arame. Grampos, clips, esponjas de aço, canos, latas de tinta.

 

Da redação Por: Elizabet Letielas

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